quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Por Trás Do Que Eu Escrevo

Quando eu escrevo, eu posso ser outra pessoa. Posso ser uma garota mais velha ou mais nova; posso até mesmo ser um garoto! Posso também ser a “garota revoltada do século XXI” ou até mesmo a “menina romântica do século XIX”. Posso criar um novo alguém. Posso ser alguém que eu não sou.

É incrível como eu posso mudar uma história toda substituindo um ponto final por uma vírgula – me sinto poderosa. Um novo mundo surge quando eu escrevo – um mundo que é só meu e que ninguém mais pode vê-lo como eu vejo. Eu crio seus personagens, mudo seus hábitos, seus sentimentos... suas vidas inteiras são regidas por mim!

Textos mudam vidas (e não estou exagerando quando escrevo isso). Quantas músicas são temas de romances? Quantas palavras regeram épocas? Quantas cartas já despedaçaram corações? Quantos livros já mudaram opiniões? As palavras têm sim poder e esse poder muda quando elas passam para o papel. Ele se torna infinitamente mais forte porque passam de geração em geração.

E certas coisas se tornam mais fáceis quando são escritas. É tão mais fácil escrever determinadas coisas do que pronunciá-las em voz alta e, quando as escrevemos, nos sentimos tão mais leves; é como se nos livrássemos de um carma!

Palavras não são apenas palavras – nunca são.

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